Hoje enquanto cada célula do meu corpo se abrandava, ao sentir que o ódio recuava vagarosamente e se podia gozar novamente da paz singela e da alegria aconchegante que se obtém nas pequenas coisas, tudo o que consegui fazer foi agradecer pela água mineral dentro da garrafa, que atravessou a minha boca em direção ao esôfago tocando sutilmente cada parte e refrescando até bater no estômago e dando frio. Água pura. É bom saber que ainda existe água limpa no meio de toda essa sujeira.
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